Teoria da "água expandida"

Introdução

  Quando as condições corretas dessa eletrólise especial são atingidas é possível perceber - como esperado - o oxigênio surgir no lado positivo de cada placa e hidrogênio no lado negativo porém, também é possível ESPANTOSAMENTE um terceiro processo ocorrendo.
 Podemos ver (e isso ocorre sempre) um terceiro gás sendo formado exatamente no meio do caminho entre cada par de placas... em meio ao próprio líquido. Não há nenhuma conexão visível entre as bolhas vindas das placas e essas que surgem no fluído; o fluído fica claro de cada lado dessa região central.

 Quando grandes amperagens são usadas a linha de bolhas forma-se mais rapidamente e inicialmente assume uma forma encurvada que depois se estabiliza em uma linha reta no meio de cada célula. Esta é a região onde se pode presumir é produzido o gás de Brown, isto é, água que absorveu suficiente energia elétrica para tornar-se um gás que não é vapor.

Fundamentação

  Certamente você nunca viu ISTO em suas aulas de física na faculdade.  É perfeitamente visível o gás que se forma exatamente no meio do caminho entre as duas placas de cada célula, quando se constrói um eletrolisador transparente. Começa como uma linha de bolhas do topo para o fundo das células, tão sólida que até parece uma outra placa. Esta linha de bolhas torna-se visível depois de cerca de três segundos desde o momento que a corrente elétrica é acionada. Então a linha de bolhas se alarga até encontrar a linha de bolhas sendo formadas na superfície das placas e então a célula fica cheia de bolhas - o que demora algo como onze segundos.

 A teoria atual é a de que o gás de Brown é este gás gerado no interior do fluído. Se definiu o termo "água eletricamente expandida". Supõe-se que os gases formados nas placas sejam os normais gases hidrogênio e oxigênio diatômicos (moléculas). Não haveria nenhuma razão evidente para que os gases formados nas placas não sejam moleculares (di-atômicos)  pois a ligação (H-H e O-O) ocorre muito rapidamente devido ao movimento browniano e ao potencial associativos desses elementos em sua forma mono-atômica.

 O que é certo é que ninguém sabe realmente o que está ocorrendo, exceto que os resultados tem sido muito interessante. Assim, quando a eletricidade (dentro do gás de Brown) é liberada pela 'chama', surge como eletricidade e provoca a implosão da água para a sua forma líquida original, sem que primeiro se aqueça ou expanda. Isto parece ser o motivo de a chama ser 'fria' mesmo que com intensos efeitos energéticos.

 Uma outra linha de pensamento sobre o gás de Brown explica o fenômeno sem o uso de gases mono-atômicos. Ao invés disso se usa o conceito de uma nova forma de água. Quando a água atinge um certo conteúdo de energia elétrica em seu interior, passa a uma forma de gás mas que não é vapor.

 Vapor é água que atingiu um certo conteúdo energético na forma de calor (agitação molecular) e que retorna ao seu volume anterior quando é resfriada. Assim o gás de Brown é água que foi transformada de um modo muito especial pela absorção de eletricidade de um modo muito particular.

 O gás de Brown não é estável quando armazenado, é implosivo e não explosivo, tem uma chama que se poderia dizer fria e aparentemente aplica eletricidade pura diretamente na superfície de qualquer material em que seja aplicada.

  Seria o gás de Brown algo como água expandida ?

 Já faz muito tempo que pesquisadores sobre o gás de Brown como Todd Knudtson descrevem este gás como sendo um 'cristal fluído' e esta explicação ainda é aceita por outros pesquisadores do ramo...
 É facilmente mensurável o fato de que o gás de Brown apresenta volumes compatíveis com um gás formado por átomos individuais (mono-atômico) quando se compara o processo com a lei de Faraday. Um outro pesquisador, Villiam Rhodes, confirmou independentemente esse resultado. Este é um experimento simples e facilmente reproduzido e muito conclusivo. Simplesmente se pesa o gás. Entretanto, é importante entender que o gás a ser pesado deve vir de um gerador (eletrolisador) que apresente as características específicas do tipo de processo de que estamos tratando aqui.

 O gás de Brown é muito pesado para que seja simplesmente uma mistura de gases mono-atômicos e/ou di-atômicos; mas tem o exato peso para que seja um 'líquido gasoso' (óxido de di-hidrogênio na forma gasosa). Está cada vez mais claro que o gás de Browm é água. Água que absorveu eletricidade como uma esponja absorve água. Ao que parece as ligações covalente da água não são realmente quebradas, então o gás de Brown ainda é água !  Água em um estado energético tal que passou ao formato de gás sem ser vapor.
 Esse gás exibe características volumétricas e energéticas como se fosse um gás mono-atômico e é capaz de manter estas características pois, ao que parece, os dois átomos de hidrogênio se mantém associados ao seu átomo de oxigênio, apenas em um estado mais elevado de 'spin'.

 Existem evidências adicionais sobre isso vindas do Dr. Clark na Califórnia, pois ele desenvolveu a necessária formulação matemática para a pesquisa com hidrogênio do Dr. Randall Mills. Para os que quiserem examinar este equacionamento a seguir será descrito o experimento do Dr. William Rhodes.
 PODER DE FLUTUAÇÃO DE MISTURAS DE GASES GERADOS POR ELETRÓLISE
 Da literatura se pode encontrar que o poder de flutuação de 1 pé cúbico (cu/ft) de hidrogênio é de cerca de 0.075 libras (lb.) a uma pressão de 760 mm de mercúrio.

 CONDIÇÕES DO ENSAIO:

 Nosso volume de teste será um litro da mistura de gases produzidos em um eletrolisador com uma única saída. Com um conjunto de artefatos de medição e tomadas todas as precauções para evitar influências externas como temperatura, pressão, vazamentos, etc... foi obtido o valor de 0.0311 libras para poder de flutuação da mistura de gases do eletrolisador. Ou seja, 41% do poder de flutuação do H2 !

 RECALCULANDO O PODER DE FLUTUAÇÃO DO GÁS DE BROWN

 Agora faremos um sumário sobre os fatos que diversos pesquisadores já confirmaram sobre o experimento descrito acima. As conclusões são interessantes...
 Novamente da literatura oficial, pode-se obter que o hidrogênio molecular pesa 0.089 gramas por litro, considerando um poder de flutuação de 0.075 libras por pé cúbico (1.2 gramas por litro).
 Suponhamos que o ar é um gás ideal e que pesa cerca de 1.29 gramas por litro (29g em 22.4 litros nas CNTP). Testanto com hidrogênio molecular devemos obter 1.29 menos 0.09 = 1.2 g/l de poder de flutuação, o que está de acordo com a literatura.
 Assim, 0.5 g/l é equivalente a 0.0311 libras por pé cúbico.
 Nota: O volume padrão nas CNTP é de 22.4 litros e neste volume se tem a massa molecular em grama do gás.

Conclusão


 Com puro gás de Brown o peso atômico seria de 18 se assumirmos que ele é uma forma gasosa de água. Dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio formando uma molécula. Em dois moles de H2(massa molecular de 4g) mais um mole de O2 (a massa dessa molécula di-atômica é de 32g) isto é: 3 moles da mistura gasosa pesam 36g e ocupam 22.4 * 3 = 67.2 l ou seja 36/67.2 g/l ou 0.53 g/l. Entretanto, dois moles de H tem 2g em 44.8 litros. Já um mole de O tem 16g em 22.4 litros e assim 18 / 67.2 = 0.2678 g/l o que é a metade da mistura de gases di-atômicos.

 Se o gás de Brown fosse um novo tipo de "gás ideal" de H2O (água gasosa), um mole deveria pesar 18 gramas em 22.4 litros ou 0.8 g/l. Então este gás deveria ser mais pesado que a mistura de gases monoatômicos 2:1 medidos na CNTP.
 E assim chegamos à conclusão de que o gás de Brown não é nem uma mistura de gases mono ou di-atômicos, mas simplesmente água expandida. Água em uma forma gasosa mas que não é vapor. Uma forma altamente energética de água que carrega em seu interior uma forma de eletricidade. Vários experimentos conseguiram medir um tipo de pulso elétrico quando o gás explode. Alguns dos efeitos dessa chama são muito difíceis de explicar sem a presença de eletricidade...